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Muito se fala sobre o que será o novo normal no mundo pós-pandemia. Como as cidades terão que se adaptar? Os espaços de convivência? E as nossas casas? Já entendemos que, pelo menos por um bom tempo, a nossa vida não será como antes. Tudo vai passar, mas é provável que, quando passar, vai estar bem diferente. A solução será aderir às mudanças inteligentes. A seguir, algumas tendências:

Casa

Com a pandemia, a nossa casa ganha uma dimensão muito maior, assim como a importância da nossa vizinhança. Agora, mais do que local para dormir, ela é espaço para todas as refeições (algo que tinha perdido espaço com a modernidade), trabalho e exercício físico. Já falamos por aqui sobre como deixar a casa mais aconchegante. Com muito mais tempo em casa do que antes, as famílias estão criando espaços mais agradáveis e funcionais. Veja aqui:

Turismo

Novo conceito de viajar e novos protocolos durante as viagens. O que se deve observar, logo que a situação se acalmar, são viagens curtas, domésticas, mais simples. Não só pela questão sanitária, que impede que as fronteiras estejam abertas como antes, mas também por uma questão financeira: a crise deve segurar o investimento em viagens de lazer internacionais por um bom tempo. Há quem aponte um crescimento no turismo rodoviário (carro e trem) em vez da busca pelos aeroportos, conhecidos por suas filas intermináveis. Nas cidades turísticas, nada de lotação: número de visitantes controlados, espaçamento e cuidados de higiene mantidos.

Ar livre

Antes da pandemia, nos dividíamos entre o período que passávamos no celular e em outras telas dentro de casa, para o fora de casa, quando, em muitos momentos, estávamos novamente olhando para o celular. Há uma tendência em um melhor aproveitamento dos momentos ao ar livre, quando eles voltarem a ser possíveis com mais liberdade. E, por consequência, uma valorização desses espaços de encontro e uma aproximação com a natureza.

Espaços públicos

Situações de grandes públicos e locais lotados não devem voltar a existir muito em breve. Por causa da insegurança, a aposta de muitos especialistas é que as pessoas fujam desse tipo de situação. Os eventos devem ser menores, com público mais limitado e sempre com transmissão online para quem ainda preferir participar dessa forma. Com a reabertura das cidades e seus comércios e serviços locais, foco para os atendimentos ao ar livre, mesas na calçada ou pátio, bares abertos.

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Quarentena: como deixar a casa mais aconchegante